A literatura de fantasia tem o poder de transportar os leitores para mundos extraordinários, onde a magia e o sobrenatural se entrelaçam com as emoções humanas. Dentro desse vasto universo, dois subgêneros se destacam por suas características únicas e cativantes: a fantasia urbana e a fantasia romântica.
A fantasia medieval é provavelmente o gênero literário mais conhecido e difundido entre a população em geral. Livros como O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, uma das obras mais icônicas da fantasia, conhecida por seu mundo detalhado e a épica jornada de Frodo Bolseiro para destruir o Um Anel; A Guerra dos Tronos (As Crônicas de Gelo e Fogo), de George R.R. Martin, uma série famosa por sua complexa trama política, personagens multifacetados e elementos de fantasia sombria; e As Crônicas de Nárnia, de C.S. Lewis, uma série clássica que mistura elementos de fantasia e alegoria, centrada no mundo mágico de Nárnia, tornaram esse gênero muito mais conhecido do que seus subgêneros. Entretanto tem crescido as obras que utilizam a fantasia urbana e a fantasia romântica nos últimos anos.
A fantasia urbana com certeza é meu subgênero literário favorito ao lado do horror. Ela nos convida a explorar cenários contemporâneos, onde elementos mágicos e sobrenaturais coexistem com a vida cotidiana. Em meio a arranha-céus e ruas movimentadas, criaturas místicas e heróis improváveis enfrentam desafios que vão além da realidade comum. Por outro lado, a fantasia romântica foca no entrelaçamento de histórias de amor com elementos fantásticos, sem que seja obrigatoriamente em cenários da atualidade. Aqui, o romance é o fio condutor que guia os personagens através de aventuras mágicas e reviravoltas emocionantes.
Vamos conhecer um pouco mais sobre estes dois subgêneros, suas características, principais escritores, filmes e séries que exploram esses subgêneros e principalmente como usá-los no RPG.
Fantasia Urbana
Nas últimas décadas, temos visto um crescimento significativo nas obras que utilizam a fantasia urbana como cenário de suas histórias, seja em livros, seja no cinema e até nos quadrinhos. Esse subgênero, que combina elementos mágicos e sobrenaturais com cenários contemporâneos, tem conquistado uma grande legião de fãs. Obras como Cidade dos Ossos, de Cassandra Clare, e Lugar Nenhum, de Neil Gaiman, exemplificam essa tendência, trazendo a magia para o coração das cidades modernas e explorando a interação entre o cotidiano e o fantástico.
Enquanto a fantasia medieval explora temas de cavalaria, heroísmo e grandes batalhas épicas, a fantasia urbana tende a focar em conflitos menores e mais pessoais, muitas vezes com uma forte ênfase em mistérios, crimes e drama pessoal. Ao contrário da fantasia medieval, que é ambientada em mundos fictícios com uma estética mais arcaica, inspirada na Idade Média, a fantasia urbana insere o sobrenatural no contexto do mundo real, criando um contraste interessante entre o ordinário e o extraordinário.
Estas são as principais características da fantasia urbana:
- Cenário Contemporâneo: As histórias se passam em ambientes urbanos modernos, como grandes metrópoles: Nova York, Londres e Chicago são exemplos comuns, mas qualquer cidade pode servir como palco.
- Elementos Sobrenaturais no Cotidiano: Seres como vampiros, lobisomens, fadas, bruxas, e até anjos e demônios, coexistem com humanos comuns. A magia é real e geralmente escondida do público em geral ou conhecida por um grupo seleto de pessoas.
- Conflito entre o Ordinário e o Extraordinário: A fantasia urbana explora o choque entre o mundo mundano e o sobrenatural. Como esses elementos coexistem? Como a sociedade lida com isso? Essas perguntas são centrais para o gênero.
- Temas Modernos: Além dos temas tradicionais de fantasia, como o bem contra o mal, a fantasia urbana pode abordar questões contemporâneas, como desigualdade social, discriminação, corrupção e identidade.
- Personagens/Arquétipos: Detetives privados, jornalistas, e até mesmo estudantes comuns são frequentemente personagens centrais que se deparam com o sobrenatural. Esses personagens frequentemente têm que lidar com seus próprios segredos ou habilidades especiais.
Principais Escritores e Obras Literárias
- Neil Gaiman: Autor de “Lugar Nenhum” e “Deuses Americanos”, Gaiman é um dos escritores mais renomados da fantasia urbana. Suas obras frequentemente exploram o oculto e o misterioso que se esconde nas sombras da sociedade moderna.
- Jim Butcher: Criador da série “The Dresden Files”, que segue o mago e detetive Harry Dresden enquanto ele investiga crimes sobrenaturais em Chicago.
- Laurell K. Hamilton: Conhecida pela série “Anita Blake: Vampire Hunter”, que mistura investigação policial com uma vasta mitologia de vampiros e outras criaturas sobrenaturais.
- Charles de Lint: Um dos pioneiros do gênero, suas obras, como “Moonheart”, misturam folclore tradicional com cenários urbanos contemporâneos.
Cinema e TV
- “Buffy the Vampire Slayer”: Criada por Joss Whedon, essa série de TV se tornou um ícone da fantasia urbana, misturando drama adolescente com batalhas sobrenaturais.
- “Supernatural”: A série acompanha dois irmãos enquanto eles caçam criaturas sobrenaturais, lidando com demônios, fantasmas e deuses antigos em uma América contemporânea.
- “Constantine”: Tanto o filme estrelado por Keanu Reeves quanto a série de TV seguem o detetive sobrenatural John Constantine, um personagem originário dos quadrinhos da Vertigo, selo da DC Comics.
- “Shadowhunters”: Baseada na série de livros “Os Instrumentos Mortais” de Cassandra Clare, segue Clary Fray, que descobre ser parte de uma raça de humanos com sangue de anjo que caçam demônios.
- “American Gods“: Baseada na obra de Neil Gaiman, a série explora a luta entre deuses antigos e novos em um mundo moderno, onde a mitologia se entrelaça com a vida cotidiana.
- “Bright“: Filme da Netflix, estrelado por Will Smith, que traz uma mistura ousada de fantasia e ação policial em um cenário urbano contemporâneo. Clique AQUI para ler a resenha do filme feita por mim.
Quadrinhos
- “Hellblazer”: Publicado pela Vertigo (DC Comics), segue John Constantine, um mago e detetive do oculto. A série é um exemplo clássico de fantasia urbana com temas sombrios e maduros.
- “The Sandman”: Criado por Neil Gaiman, mistura mitologia, literatura e cultura pop com um pano de fundo contemporâneo, abordando a vida de Morpheus, o Senhor dos Sonhos.
- “The Wicked + The Divine”: de Kieron Gillen e Jamie McKelvie: Deuses reencarnam como jovens celebridades a cada 90 anos, vivendo vidas glamorosas e curtas. A história explora a fama, a mortalidade e o poder.
- “A Ordem Mágica”: de Mark Millar: A trama se passa em um ambiente contemporâneo, onde uma sociedade secreta de magos protege o mundo de ameaças sobrenaturais, misturando elementos mágicos com a vida cotidiana nas grandes cidades.
- “Locke & Key”: de Joe Hill e Gabriel Rodríguez: A história gira em torno da família Locke, que se muda para uma mansão cheia de chaves mágicas que concedem poderes e habilidades especiais, enquanto enfrentam ameaças sobrenaturais.
- “The Invisibles”: de Grant Morrison: Esta série segue um grupo de anarquistas que lutam contra uma conspiração secreta que controla o mundo, misturando elementos de magia, teoria da conspiração e cultura pop.
RPG
- “Vampiro: A Máscara”: Talvez o RPG mais famoso de fantasia urbana, ele se passa em um mundo onde vampiros, lobisomens e outras criaturas sobrenaturais vivem entre os humanos, manipulando eventos de acordo com seus próprios interesses.
- “Desmortos”: Neste RPG nacional, criado por Igor Moreno, os personagens são seres que não pertencem mais completamente ao mundo dos vivos. Ambientado em grandes cidades contemporâneas, o cenário mistura o cotidiano urbano com o sobrenatural.
- “World of Darkness”: Um conjunto de RPGs que inclui “Vampire: The Masquerade”, “Werewolf: The Apocalypse”, “Mage: The Ascension” e outros. Cada jogo explora diferentes aspectos do sobrenatural em um mundo moderno sombrio e cheio de intrigas.
- “Urban Shadows”: Um RPG de fantasia urbana que utiliza o sistema Powered by the Apocalypse. Os jogadores assumem papéis de personagens sobrenaturais em uma cidade moderna, navegando por alianças políticas e conflitos sobrenaturais.
- “iHunt”: Baseado na série de livros de Olivia Hill, este RPG é ambientada no mundo contemporâneo, onde os jogadores assumem o papel de caçadores de monstros contratados por meio de um aplicativo de celular, combinando o sobrenatural com a vida urbana moderna.
- “City of Mist”: Um RPG que mistura elementos de noir e fantasia urbana, onde os jogadores são pessoas comuns que despertam poderes míticos. Eles investigam mistérios e enfrentam forças sobrenaturais em uma cidade envolta em névoa.
A Fantasia Urbana se destaca por sua capacidade de fazer o fantástico se entrelaçar com o real, permitindo aos leitores e espectadores ver o mundo sob uma nova luz. É um gênero que continua a crescer, explorando novos temas e levando o sobrenatural para o coração das cidades modernas.
Fantasia Romântica
Fantasia Romântica é um subgênero da fantasia que combina elementos típicos da fantasia, como magia, mundos fictícios e criaturas sobrenaturais, com histórias de amor e relacionamentos intensos. Nesse tipo de narrativa, o romance desempenha um papel central, sendo muitas vezes o motor que impulsiona a trama, ao mesmo tempo em que os aspectos fantásticos criam obstáculos ou moldam o desenvolvimento dos relacionamentos.
Características da Fantasia Romântica
- Foco no Romance: O elemento central dessas histórias é o relacionamento amoroso entre os personagens principais. As emoções, os desafios e o crescimento do relacionamento são tão importantes quanto, ou até mais do que, a própria trama fantástica.
- Ambiente Fantástico: Embora o romance seja o foco, o cenário é claramente de fantasia, podendo incluir mundos fictícios, reinos mágicos, ou uma realidade alternativa onde o sobrenatural é comum.
- Personagens Complexos: Personagens geralmente têm profundidade emocional e complexidade, muitas vezes enfrentando dilemas pessoais ou morais que impactam tanto o romance quanto a história maior.
- Conflitos Internos e Externos: O enredo tende a explorar tanto conflitos internos (como dúvidas, medos e inseguranças dos personagens) quanto conflitos externos (como guerras, maldições, ou inimigos sobrenaturais) que afetam o relacionamento.
- Temas de Amor e Sacrifício: Temas como amor eterno, sacrifício pelo ser amado, e o poder redentor do amor são comuns. Muitas vezes, o amor entre os personagens é testado por forças externas ou pela própria natureza fantástica do mundo em que vivem.
Diferenças entre Fantasia Romântica e Outros Subgêneros de Fantasia
- Ênfase no Romance: Enquanto outros subgêneros da fantasia podem incluir elementos românticos, na fantasia romântica, o romance é o foco principal. Em comparação, a fantasia épica, por exemplo, geralmente prioriza grandes batalhas e aventuras, com o romance como um subtema.
- Resolução Centrada no Relacionamento: Em muitas histórias de fantasia romântica, o clímax da história está relacionado à resolução do relacionamento amoroso, enquanto na fantasia tradicional, o clímax pode ser uma batalha final ou a superação de um grande desafio.
- Narrativa Emocional: A fantasia romântica dá maior ênfase aos sentimentos e às jornadas emocionais dos personagens, enquanto outros subgêneros podem focar mais em aventuras físicas ou desafios externos.
Principais Escritores e Obras Literárias
- Juliet Marillier: Autora de “A Filha da Floresta”, parte da trilogia “Sevenwaters”, que mistura elementos de fantasia celta com uma forte história de amor e sacrifício.
- Sarah J. Maas: Conhecida por suas séries “Trono de Vidro” e “Corte de Espinhos e Rosas”, Maas combina mundos de fantasia complexos com intensos romances que capturam a imaginação dos leitores.
- Diana Gabaldon: Embora “Outlander” seja muitas vezes classificado como romance histórico, os elementos de viagem no tempo e a forte conexão entre os protagonistas fazem dele um exemplo popular de fantasia romântica.
- Deborah Harkness: Autora da série “A Descoberta das Bruxas”, que mistura romance com um mundo de bruxas, vampiros e demônios, criando uma narrativa onde o amor é o centro da história.
Cinema e TV
- “A Bela e a Fera”: Um dos exemplos mais clássicos de fantasia romântica, onde o amor verdadeiro supera a aparência e quebra maldições.
- “Outlander”: A adaptação para a TV dos livros de Diana Gabaldon, que mistura romance, história e fantasia, com a viagem no tempo servindo como um catalisador para a história de amor entre Claire e Jamie.
- “A Descoberta das Bruxas”: Série de TV baseada na trilogia de Deborah Harkness, que explora o romance entre uma bruxa e um vampiro em um mundo cheio de magia e mistério.
- “A Forma da Água”: Filme de Guillermo del Toro que combina fantasia e romance de forma poética, contando a história de amor entre uma mulher muda e uma criatura aquática.
- “Carnival Row”: Série da Prime Vídeo, estrelada por Orlando Bloom e Cara Delevingne, que se passa em um mundo vitoriano fictício onde humanos e criaturas mitológicas coexistem, e segue a história de um detetive humano e uma fada que têm um romance complicado e perigoso.
Quadrinhos
- “Saga”: Criado por Brian K. Vaughan e Fiona Staples, “Saga” é uma série de quadrinhos que mistura ficção científica e fantasia com uma narrativa focada no relacionamento entre dois amantes de espécies inimigas, explorando temas de amor, guerra e família.
- “Fábulas”: Embora seja mais conhecido como fantasia urbana, a série de quadrinhos “Fábulas” de Bill Willingham apresenta diversas histórias de amor e romance, muitas vezes entre personagens de contos de fadas que vivem em um mundo moderno e mágico.
- “Monstress”: Criada por Marjorie Liu e Sana Takeda, essa série combina fantasia sombria com elementos de romance, seguindo a jornada de uma jovem que busca respostas sobre seu passado em um mundo de magia e guerra.
RPG
- “Blue Rose”: Um RPG que se autodenomina como fantasia romântica, “Blue Rose” é ambientado em um mundo onde o amor, a amizade e os relacionamentos são fundamentais, e onde o poder do romance pode ser tão importante quanto o combate ou a magia.
- “Dragon Age RPG”: Embora não seja exclusivamente de fantasia romântica, Dragon Age tem um forte elemento de romance em sua narrativa, permitindo aos jogadores explorar relacionamentos complexos com outros personagens enquanto navegam por um mundo de fantasia cheio de intrigas políticas e ameaças sobrenaturais.
- “Monsterhearts”: Este jogo se concentra em drama adolescente e relações complicadas, onde os personagens são monstros, incluindo vampiros, lidando com suas emoções e identidades enquanto navegam por situações sociais intensas.
A Fantasia Romântica é um gênero que atrai aqueles que buscam histórias onde o amor e a magia se entrelaçam de forma inseparável. Oferecendo tanto escapismo quanto profundidade emocional, ela permite aos leitores e espectadores mergulhar em mundos onde o romance não é apenas um detalhe, mas o coração pulsante da narrativa.
Origens e Evolução
Além das características, obras, e autores que definem os subgêneros da Fantasia Urbana e da Fantasia Romântica, há vários outros aspectos que podem ser explorados para enriquecer a compreensão desses estilos narrativos:
- História e Influências: Explorar as origens desses subgêneros pode ser interessante. A Fantasia Urbana, por exemplo, tem raízes em histórias de folclore e contos de fadas que foram adaptados para contextos modernos. Por outro lado, a Fantasia Romântica pode ser vista como uma evolução dos romances góticos do século XIX, que combinavam elementos sobrenaturais com histórias de amor.
- Evolução ao Longo do Tempo: Examinar como esses subgêneros evoluíram em resposta a mudanças culturais e sociais. A Fantasia Urbana, por exemplo, se tornou mais complexa e diversificada, abordando questões como diversidade, identidade e urbanização. A Fantasia Romântica, por sua vez, começou a incluir protagonistas mais complexos e relações que desafiam normas tradicionais.
- Questões Sociais e Culturais: Como esses subgêneros refletem e questionam a sociedade? A Fantasia Urbana muitas vezes lida com temas como a marginalização, a convivência entre diferentes culturas, e as consequências do avanço tecnológico. Já a Fantasia Romântica frequentemente explora os desafios do amor em contextos adversos, a busca pela alma gêmea, e os sacrifícios pessoais que o amor verdadeiro exige.
- Metáforas e Alegorias: Tanto a Fantasia Urbana quanto a Romântica podem usar elementos fantásticos como metáforas para questões mais amplas. Criaturas sobrenaturais na Fantasia Urbana, por exemplo, podem representar o “outro” em uma sociedade, enquanto a magia em Fantasia Romântica pode simbolizar a força transformadora do amor.
- Inovação dentro dos Subgêneros: Como autores subvertem os tropos comuns para criar algo novo? Na Fantasia Urbana, é comum ver uma subversão dos arquétipos tradicionais de heróis e vilões, transformando-os em personagens moralmente ambíguos. Na Fantasia Romântica, autores podem desafiar os clichês de “felizes para sempre”, explorando finais mais complexos ou relações não convencionais.
- Interseção com Outros Gêneros: A mistura de Fantasia Urbana e Romântica com outros gêneros também é um campo fértil para inovação. Por exemplo, a introdução de elementos de horror em Fantasia Urbana, ou a fusão de Fantasia Romântica com ficção científica para criar narrativas únicas que exploram o amor em cenários futuristas.
- Diversidade de Personagens: Como esses subgêneros estão se adaptando para incluir uma maior diversidade de personagens em termos de raça, gênero, sexualidade, e cultura? Há uma tendência crescente de autores de Fantasia Urbana e Romântica incluírem protagonistas de diferentes origens e explorarem romances LGBTQIA+, refletindo uma mudança nas expectativas dos leitores.
- Inspirações Culturais: Examinar como diferentes culturas influenciam a criação de mundos nesses subgêneros. Por exemplo, a Fantasia Urbana pode incorporar mitos e lendas de várias culturas ao invés de se limitar ao folclore europeu. A Fantasia Romântica, por sua vez, pode explorar dinâmicas de relacionamentos que variam de acordo com contextos culturais específicos.
- Impacto na Cultura Pop: Analisar como esses subgêneros influenciam e são influenciados pela cultura popular. A Fantasia Urbana, por exemplo, teve grande impacto em séries de TV, videogames e quadrinhos, enquanto a Fantasia Romântica tem uma forte presença em best-sellers e adaptações cinematográficas.
- Comunidade de Fãs: A forte base de fãs desses subgêneros também é digna de nota. Como as comunidades de fãs ajudam a moldar o desenvolvimento desses subgêneros? Discussões em fóruns, fanfics, e eventos de cosplay, por exemplo, mostram o quanto esses mundos imaginários impactam a vida real.
- Críticas Literárias: Tanto a Fantasia Urbana quanto a Romântica enfrentam críticas, como a acusação de se apoiarem em fórmulas previsíveis ou de não serem “literatura séria”. No entanto, há também um reconhecimento crescente de que esses subgêneros oferecem um espaço para a inovação e a exploração de temas profundos.
- Desafios na Escrita: Quais são os desafios que os escritores enfrentam ao criar histórias nesses subgêneros? Na Fantasia Urbana, pode ser um desafio equilibrar o realismo do ambiente urbano com o sobrenatural. Focar somente no sobrenatural pode tirar um pouco o drama pessoal que os personagens se encontram pela descoberta de um mundo mágico a sua frente.
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Excelente post! Tomara que venham mais nesses moldes, abordando outros conceitos de fantasia!
PS: Podia colocar aquela série brasileira da Netflix de fantasia urbana que envolve o folclore nacional, Cidade Invisível, nesse seu Appendix N 🙂
Obrigado pelo elogio, amigo. Vou tentar fazer um artigo sobre essa série, que é bem legal por sinal.